Publicações Revista Proteção

sem-titulo-4-2

Edição 304 Abr/2017

Nova função

Muitos serão os desafios do profissional responsável pelo envio de dados para o eSocial

  • Nilza Machado e Arnaldo Moreira

Estamos em contagem regressiva para a vigência do eSocial e uma das tarefas do responsável pela empresa é definir quem será a pessoa, dentro da empresa, responsável pelo envio dos dados da Segurança do Trabalho. Quanto mais rápida essa decisão for tomada, maiores são as chances de a empresa estar preparada no momento do envio dos arquivos de testes e oficiais.

Leia mais

Edição 303 Mar/2017

Uma parceria promissora

Os benefícios da combinação do Sistema de Gestão da Segurança do Trabalho com o eSocial

  • Nilza Machado e Jeferson Cabrelon

É o que faltava para fechar o ciclo: a NR 37 – Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, agregada ao eSocial, vem para formatar o gerenciamento da Segurança do Trabalho.

Leia mais

Edição 302 Fev/2017

Na Trilha da Segurança

Começa contagem regressiva para envio das informações das empresas ao eSocial

  • Nilza Machado e Tânia Nomellini

A área de SST será cada vez mais requisitada a partir de 2017 para fornecer dados que deverão ser integrados à folha de pagamento ou transmitidos diretamente para a base do eSocial.

Leia mais

Edição 301 Jan/2017

Saúde Mental no Trabalho

Saiba como enquadrar os riscos psicossociais da empresa no eSocial

  • Nilza Machado e Tânia Nomellini

Os preparativos para as novas obrigações do eSocial continuam. Os profissionais de SST se mobilizam em busca de cursos, literaturas, grupos e redes sociais relacionadas ao tema. A era é de fiscalização eletrônica e de mudanças nunca antes vistas.

Leia mais

Edição 300 Dez/2016

Hora de fazer ajustes

A falsa sensação de segurança no ambiente de trabalho versus a proteção eficaz

  • Nilza Machado e Jeferson Cabrelon

Após entendermos que o eSocial traz uma nova era nas relações com o Governo, sendo a principal mudança a fiscalização eletrônica e mensal, entramos na fase de profundas reflexões que levarão a Segurança do Trabalho a uma evolução nunca antes vista.

Leia mais

Edição 299 Nov/2016

Integração Necessária

O eSocial e a nova postura exigida dos profissionais de Segurança do Trabalho

  • Nilza Machado com colaboração de Jeferson Cabrelon

Com a chegada do eSocial começa a ser contada uma nova história da Segurança do Trabalho. Podemos dizer que as posturas e os relacionamentos de diversas áreas e segmentos da empresa terão que encarar seus trabalhadores como sendo a parte mais importante do seu processo produtivo. Nesta nova era, será inevitável a observação dos trabalhadores de acordo com suas qualificações e necessidades. As melhorias contínuas dos processos terão o intuito de diminuir os acidentes e também as doenças provenientes dos postos de trabalho.  Para isto será necessário aprender a trabalhar de forma multidisciplinar.

Leia mais

Edição 298 Out/2016

Riscos Ergonômicos

Para o eSocial, não importa se a AET será feita em conjunto com o PPRA ou não

  • Nilza Machado com colaboração de Juliano Viudes

Na preparação da empresa para atendimento ao eSocial, um dos maiores impactos está na exigência da declaração dos riscos ergonômicos do trabalho. Desde a publicação do MOS 1.0 já foram apresentados os códigos dos riscos ergonômicos e, em cada publicação o nível de detalhes só aumentou.

Leia mais

Edição 297 Set/2016

Máquinas e Equipamentos

Como deve ser feita a declaração no eSocial quanto à adequação da NR 12?

  • Nilza Machado com colaboração de Pedro Paladini

As empresas estão alinhando seus processos para o atendimento aos leiautes do eSocial e, dentre as questões que têm sido levantadas, está aquela que diz respeito à declaração das empresas quanto à adequação da NR 12. Desde a versão MOS 1.0 do eSocial, já constava o código para o risco ‘Máquinas e Equipamentos sem Proteção’, que permaneceu até a versão 2.1 no mesmo formato. Na versão 2.2, que não havia sido publicada até a redação desta coluna, no Anexo I – Tabela 23 – Fatores de Riscos do Meio Ambiente do Trabalho ( draft de desenvolvedores de sistemas) foi acrescentado um código para ‘Máquinas e Equipamentos com Proteção Inadequada’, atendendo o pleito dos engenheiros de Segurança do Trabalho preocupados com a rigidez da declaração ‘Máquinas e Equipamentos sem Proteção’, que pode resultar em interdição.

Leia mais

Edição 296 Ago/2016

Contratantes e Contratadas – Parte 2

Afinal, quem paga a conta dos investimentos em avaliações quantitativas?

  • Nilza Machado e Armando Campos*

Dando continuidade ao assunto abordado nessa coluna na edição 295 (julho de 2016) quanto à responsabilidade pelo PPRA na relação contratante e contratada, a pergunta seguinte é: quem paga a conta das avaliações quantitativas? É comum a contratante atribuir à contratada esse investimento ou, em razão dos custos, não realizá-las entendendo que os trabalhadores a serem protegidos são de empresa terceira. Outras vezes, a prevenção é realizada, mas, documentalmente, a contratante e a contratada estão descobertas.

Leia mais

Edição 295 Jul/2016

Contratantes e Contratadas – Parte 1

Afinal, o PPRA é responsabilidade de quem?

  • Armando Campos e Nilza Machado

As empresas estão alinhando seus processos para o atendimento aos leiautes do eSocial e, dentre as questões que têm sido levantadas, está aquela que diz respeito à relação entre contratantes e contratadas de serviços.

Leia mais

Ver mais

Confira as demais publicações da DTMSEG em Revista Proteção

Download